societario.com.br

Perguntas frequentes

O que é, para quem é, o que faz.

Perguntas comuns respondidas de forma direta, sem jargão.

  1. Pergunta 01

    O societario.com.br é um escritório, um site de conteúdo ou uma plataforma?

    É a publicação editorial pessoal de Thiago Pierre Linhares Mattos, conectada à sua prática jurídica. Aqui você encontra leitura séria sobre relações entre sócios. A prestação de serviços jurídicos, quando cabível, ocorre por contratação direta com o advogado.

  2. Pergunta 02

    Para quem este site é feito?

    Para empresas que têm mais de um sócio — dois fundadores, sócios e investidores, holdings familiares, quadros com múltiplos acionistas. Se sua empresa é 100% de um único titular, o conteúdo daqui não é o material mais útil para você.

  3. Pergunta 03

    Vocês oferecem modelos de contrato ou minutas prontas?

    Não. O site publica material educativo sobre estrutura, decisões e efeitos qualitativos. Minutas dependem de caso concreto, entrevista com os sócios e revisão técnica — não são distribuídas em página aberta.

  4. Pergunta 04

    O Mapa de Maturidade avalia minha empresa juridicamente?

    Não. É uma autoavaliação declarada do grau de formalização das regras entre sócios. O resultado é educativo, não substitui diagnóstico jurídico nem serve como parecer.

  5. Pergunta 05

    O Mapa da Sociedade calcula valuation ou estima impacto financeiro?

    Não. É uma experiência educativa. Não calcula caixa, não estima valuation, não classifica estruturas como "melhores" e não gera recomendação. Os efeitos são qualitativos, redigidos e revisados previamente.

  6. Pergunta 06

    Iniciar uma conversa já cria vínculo profissional?

    Não. O contato inicial não cria relação profissional. Após o envio, faço verificação prévia de disponibilidade e de conflitos de interesse. Só depois combino, se for o caso, os próximos passos e o canal apropriado para troca de material sensível.

  7. Pergunta 07

    Posso enviar documentos pelo formulário de contato?

    Não. O formulário de contato não é canal seguro para material confidencial. Descreva o momento da empresa em poucas linhas; se seguirmos adiante, oriento como enviar documentos com segurança.

  8. Pergunta 08

    A Carta Societária é publicidade do escritório?

    A Carta é conteúdo editorial. Segue o formato fixo 1 situação, 1 regra, 1 pergunta para os sócios e observa o Provimento nº 205/2021 do Conselho Federal da OAB — sem promessa de resultado, sem comparação com colegas, sem oferta de serviços por resultado.

  9. Pergunta 09

    O que o escritório não faz?

    Não atuo com renegociação de dívidas, revisão de contratos comerciais gerais, contencioso tributário nem direito do consumidor. Declaro isso de saída para respeitar o seu tempo.

  10. Pergunta 10

    Como cancelo a assinatura da Carta?

    Há um link de cancelamento em toda edição enviada. Também é possível pedir o cancelamento pelo formulário de conversa, informando o e-mail cadastrado.

  11. Pergunta 11

    O que acontece com as quotas quando um sócio morre?

    Depende do que o contrato social diz — e a maioria não diz nada. No silêncio, entram as regras gerais: apuração dos haveres em favor dos herdeiros, salvo combinações diferentes, e um período delicado em que sociedade e inventário precisam conviver. O caso "Um sócio falece" percorre as decisões que evitam que esse período vire disputa. Um sócio falece

  12. Pergunta 12

    Um sócio pode vender sua participação sem oferecer aos demais?

    Depende do contrato. No silêncio, a lei traz uma regra supletiva que muitos sócios desconhecem — e que raramente coincide com o que eles gostariam que valesse. É exatamente o tipo de tema que o acordo de sócios existe para resolver antes do evento. Acordo de sócios: para que serve?

  13. Pergunta 13

    Como se exclui um sócio de uma sociedade limitada?

    A exclusão extrajudicial — decidida pelos próprios sócios, em reunião — só existe quando o contrato expressamente a autoriza por justa causa; sem a cláusula, o caminho passa pelo Judiciário. E o rito importa tanto quanto o direito: exclusão malfeita volta, com juros. O guia explica quando se pode e como se deve. Exclusão de sócio: quando a sociedade pode e como deve

  14. Pergunta 14

    Preciso de uma holding familiar?

    Holding é estrutura a serviço de motivos — sucessão, organização, proteção e, às vezes, tributação — e não faz nada disso automaticamente. Antes de discutir a estrutura, vale mapear quais motivações são realmente suas: a ferramenta "Antes da holding" organiza esse retrato em minutos, sem enviar nada ao servidor. Antes da holding

  15. Pergunta 15

    Qual a diferença entre contrato social e acordo de sócios?

    O contrato social é o documento público que constitui a sociedade; o acordo de sócios é o instrumento privado em que os sócios combinam o que o contrato costuma deixar em aberto — saída, entrada, voto, impasses, sucessão. Um não substitui o outro: convivem. Anatomia do acordo de sócios

  16. Pergunta 16

    Quanto vale a participação de um sócio que sai?

    Este site não calcula valores — e desconfie de quem prometa um número sem método. O que se pode saber antes do evento é como o valor será construído: critério, data-base, premissas e rito. É isso que uma boa cláusula fixa, e é disso que trata o guia de apuração de haveres. Apuração de haveres: o que está em jogo

  17. Pergunta 17

    Qual a diferença entre pró-labore e distribuição de lucros?

    Pró-labore remunera o trabalho de quem opera a sociedade; dividendo remunera a propriedade, na proporção e no calendário combinados. Misturar as duas portas — ou usar a terceira via da retirada avulsa — é a origem silenciosa de metade dos conflitos entre sócios. Pró-labore, dividendos e retiradas: as três portas

  18. Pergunta 18

    Dois sócios com 50% cada: quem decide quando há empate?

    Ninguém — e esse é o problema. Sem mecanismo escrito de desempate, a decisão trava e a saída passa a ser negociada no pior momento possível. O caso do empate estrutural mostra as decisões que destravam, e o Mapa de Consenso ajuda a descobrir, antes da crise, se vocês enxergam a mesma sociedade. Dois sócios com 50%

  19. Pergunta 19

    Meu ex-cônjuge vira sócio da empresa no divórcio?

    Como regra, não — o cônjuge meeiro tem direito ao valor da fração que lhe couber, não à cadeira de sócio. Mas, sem regra no contrato, ele pode concorrer aos lucros dessa fração até a liquidação e pedir judicialmente a apuração — um quase-sócio que ninguém convidou. O caso e o guia sobre regime de bens mostram como as sociedades disciplinam isso antes. O divórcio de um sócio virou assunto da sociedade · Regime de bens e sociedade

  20. Pergunta 20

    Posso deixar a empresa só para o filho que trabalha nela?

    Em parte. Havendo herdeiros necessários, metade da herança é deles por lei (a legítima); a outra metade é livre. O planejamento sério compõe com essa moldura — parte disponível ao sucessor, legítima dos demais paga com outros bens, voto e gestão organizados por regra — em vez de prometer atalhos que não existem. A parte que a lei reserva

  21. Pergunta 21

    Quem decide pela empresa se o dono ficar incapacitado?

    Sem regra prévia, ninguém — até a Justiça nomear um curador, o que leva meses, e as procurações comuns se extinguem justamente com a interdição. Com regra, o contrato prevê o gatilho e o administrador de contingência, e a operação atravessa o evento. O caso mostra o desenho. O fundador não morreu, mas não pode mais decidir

  22. Pergunta 22

    Os herdeiros de um sócio são obrigados a virar sócios?

    Não necessariamente — e muitas vezes nem querem. O desenho comum é o inverso: herdeiros recebem o valor da participação, e as quotas ficam com quem opera. O que decide se isso funciona é a metade esquecida da cláusula: de onde sai o dinheiro e em quanto tempo. O caso e o guia mostram o desenho completo. O herdeiro que não queria ser sócio · De onde sai o dinheiro quando um sócio morre

  23. Pergunta 23

    Se um sócio tem dívidas pessoais, a empresa responde por elas?

    A empresa, não — mas a participação dele pode responder. O credor particular não vira sócio; pode, porém, alcançar os lucros e o valor da quota do devedor, num rito que envolve a sociedade inteira. Contratos maduros tratam a penhora como evento previsto, com comunicação e opção de compra pelos demais. Penhora de quotas: quando a dívida pessoal de um sócio bate à porta da sociedade

  24. Pergunta 24

    Sócios podem resolver disputas sem ir à Justiça?

    Podem — e os contratos maduros já nascem com a escada pronta: negociação com prazo, mediação (um terceiro conduz a conversa, sem decidir) e arbitragem (decisão definitiva, sigilosa e mais rápida, com custo à altura). O guia explica quando cada degrau vale a pena. Mediação e arbitragem entre sócios: resolver sem quebrar

  25. Pergunta 25

    Uma criança pode ser sócia de empresa?

    Pode, sob condições que a lei fixa: capital totalmente integralizado, o menor fora da administração e representação pelos responsáveis — e os atos graves passam pelo juiz. É o cenário típico do falecimento precoce, e o guia mostra como o planejamento o amortece. Quotas nas mãos de menores

  26. Pergunta 26

    Meu filho quer entrar na empresa. Quando — e como?

    Separe as duas portas, porque são ofícios diferentes. Para ser sócio, existe formação própria — um ano de plano estruturado antes da mesa. Para trabalhar na operação, valem os critérios do protocolo: formação, experiência fora de casa, vaga real e avaliação como a de qualquer candidato. Filho que entra pelas duas portas ao mesmo tempo, sem régua em nenhuma, costuma sair pelas duas também. O plano de formação do sócio-herdeiro: um ano antes da mesa · Protocolo familiar: o combinado que sustenta os contratos

Não encontrou sua pergunta? Iniciar uma conversa.