Trilha
Empresas familiares
A empresa familiar não fracassa por falta de amor; fracassa por excesso de assuntos na mesma mesa. Esta trilha separa as conversas — família, propriedade, gestão — e organiza a mais adiada de todas: a continuidade.
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BIBLIOTECA
Governança em empresas familiares: propriedade, gestão, família e liquidezFamília, propriedade, gestão e liquidez — as quatro dimensões que precisam de fóruns separados para a empresa familiar não fracassar por excesso de assuntos na mesma mesa.
- 02
BIBLIOTECA
As três gerações: por que as regras que funcionaram vão quebrarEmpresas familiares não mudam só de tamanho — mudam de espécie.
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BIBLIOTECA
Protocolo familiar: o combinado que sustenta os contratosHá um documento que não constitui sociedade, não transfere patrimônio e não se registra em junta — e que, nas empresas familiares longevas, costuma valer mais do que muitos que fazem tudo isso.
- 04
BIBLIOTECA
Conselho de Família: o fórum que falta entre a mesa de domingo e a mesa de reuniãoO Conselho de Família é o terceiro lugar — o fórum instituído onde a família trata dos seus assuntos de família empresária, com pauta, calendário e memória.
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BIBLIOTECA
Regime de bens e sociedade: o contrato que os sócios não assinaramToda sociedade tem um conjunto de contratos que os sócios nunca leram juntos: os casamentos de cada um.
- 07
CASO
O divórcio de um sócio virou assunto da sociedadeO regime de bens de um sócio decidiu quem tem direito ao quê — e ninguém na sociedade tinha lido esse contrato.
- 08
BIBLIOTECA
A parte que a lei reserva: o que a legítima permite — e o que ela impedeÉ a pergunta que abre metade das conversas de sucessão: "posso deixar a empresa só para o filho que trabalha nela?".
- 10
BIBLIOTECA
Usufruto de quotas e ações: renda, voto e sucessãoO usufruto de quotas e ações separa propriedade, renda e voto. As cinco perguntas que evitam o impasse entre fundador e sucessores.
- 11
CASO
Um sócio falece.Retrato editorial, hipotético, do evento em que a sociedade precisa lidar com herdeiros e inventário.
- 12
BIBLIOTECA
De onde sai o dinheiro quando um sócio morreHá uma pergunta que quase nenhum contrato responde, e é a que decide se a cláusula de falecimento vai funcionar ou apenas existir: combinado que os herdeiros não ingressam e recebem o valor da participação — quem paga, com que dinheiro?
- 13
CASO
O herdeiro que não queria ser sócioA sociedade tinha regra para o falecimento — descobriu tarde que regra sem dinheiro é só uma promessa bem escrita.
- 14
CASO
O fundador não morreu — mas não pode mais decidirA empresa preparou-se para a morte do fundador — ninguém pensou no cenário em que ele está vivo e não pode assinar.
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BIBLIOTECA
O plano de formação do sócio-herdeiro: um ano antes da mesaHerdeiro vira sócio num dia. Sócio bom, não: esse se forma antes. Um plano de doze meses para ensinar o ofício de ser sócio.
Também nesta trilha
- Pró-labore, dividendos e retiradas: as três portas (Biblioteca)
- Holding familiar: o que ela resolve — e o que ela não resolve (Biblioteca)
- Conselho consultivo em empresa familiar (Biblioteca)
- Liquidez familiar: como um ramo consegue dinheiro sem quebrar a empresa (Biblioteca)
- Penhora de quotas: quando a dívida pessoal de um sócio bate à porta da sociedade (Biblioteca)
- A família recomposta e a empresa: regras para o segundo capítulo (Biblioteca)
- Quotas nas mãos de menores (Biblioteca)
- A família nas redes: reputação como ativo societário (Biblioteca)
- O pacote mínimo de informação ao sócio de fora (Biblioteca)
- Mediação e arbitragem entre sócios: resolver sem quebrar (Biblioteca)
- Mapa da Sociedade — Falecimento de sócio
- Agenda Societária — preparar a reunião de sucessão