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Textos claros, assinados e atualizados.
Textos claros, assinados e atualizados. Cada publicação informa autoria, data de atualização, referências e escopo.
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Quotas nas mãos de menores
É o cenário que nenhum planejamento quer e todo planejamento sério considera: o falecimento precoce que faz de crianças os novos titulares de participações societárias.
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Penhora de quotas: quando a dívida pessoal de um sócio bate à porta da sociedade
A sociedade escolheu os sócios; não escolheu os credores deles. O rito da penhora de quotas convoca a empresa ao processo — e o desenho societário decide se o evento será administrado ou sofrido.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Regime de bens e sociedade: o contrato que os sócios não assinaram
Toda sociedade tem um conjunto de contratos que os sócios nunca leram juntos: os casamentos de cada um.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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A parte que a lei reserva: o que a legítima permite — e o que ela impede
É a pergunta que abre metade das conversas de sucessão: "posso deixar a empresa só para o filho que trabalha nela?".
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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As três gerações: por que as regras que funcionaram vão quebrar
Empresas familiares não mudam só de tamanho — mudam de espécie.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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De onde sai o dinheiro quando um sócio morre
Há uma pergunta que quase nenhum contrato responde, e é a que decide se a cláusula de falecimento vai funcionar ou apenas existir: combinado que os herdeiros não ingressam e recebem o valor da participação — quem paga, com que dinheiro?
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Vender como sucessão: quando ninguém quer (ou pode) tocar
Existe uma sucessão que os materiais tratam como derrota, e que este site prefere tratar como o que ela é quando bem-feita: um ato de cuidado. É a venda — no tempo da família, com a empresa saudável.
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A família recomposta e a empresa: regras para o segundo capítulo
Os manuais de sucessão foram escritos para uma família que existe cada vez menos: um casamento, uma prole, um patrimônio linear. A família brasileira real tem segundos capítulos — e a empresa familiar precisa de regras para a família que é.
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O primeiro presidente sem o sobrenome
Há um dia na vida das empresas familiares que separa as que atravessam gerações das que apenas duram: o dia em que a gestão deixa de ser sinônimo de sobrenome.
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Protocolo familiar: o combinado que sustenta os contratos
Há um documento que não constitui sociedade, não transfere patrimônio e não se registra em junta — e que, nas empresas familiares longevas, costuma valer mais do que muitos que fazem tudo isso.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Liquidez familiar: como um ramo consegue dinheiro sem quebrar a empresa
O que acontece quando um ramo precisa de dinheiro depende de uma única coisa: se a família desenhou portas de liquidez antes, ou se vai improvisá-las sob pressão.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Conselho de Família: o fórum que falta entre a mesa de domingo e a mesa de reunião
O Conselho de Família é o terceiro lugar — o fórum instituído onde a família trata dos seus assuntos de família empresária, com pauta, calendário e memória.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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O plano de formação do sócio-herdeiro: um ano antes da mesa
Herdeiro vira sócio num dia. Sócio bom, não: esse se forma antes. Um plano de doze meses para ensinar o ofício de ser sócio.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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A família nas redes: reputação como ativo societário
A empresa familiar tem hoje tantas portas de comunicação quantos parentes com celular — e quase nenhuma tem porteiro. Como organizar sem moralismo.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Mediação e arbitragem entre sócios: resolver sem quebrar
A cláusula escalonada de resolução de disputas — negociação, mediação, arbitragem — e por que o fórum é o pior lugar para sócios.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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O pacote mínimo de informação ao sócio de fora
O piso da lei, o teto do bom senso e o pacote periódico que evita o sócio no escuro ou o sócio-auditor.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Conselho consultivo em empresa familiar
Em empresas familiares, o conselho consultivo raramente entra pela porta do organograma: nasce da necessidade prática de separar as conversas de sócios, de família e de operação.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Exclusão de sócio: quando a sociedade pode — e como deve
Quando a exclusão extrajudicial existe, o que conta como falta grave, qual rito protege a decisão e por que a cláusula é o extintor de incêndio societário.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Due diligence: o que se olha — e por quê
As frentes da diligência — societária, contratual, trabalhista, tributária, regulatória e ambiental — e por que o vendedor organizado negocia melhor.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Pró-labore, dividendos e retiradas: as três portas
Pró-labore paga o cargo, dividendo remunera a propriedade, reembolso devolve despesa. Fora das três portas mora a retirada avulsa que precisa morrer.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Holding familiar: o que ela resolve — e o que ela não resolve
Holding é sociedade que existe para ser dona — de participações, imóveis, patrimônio. Resolve sucessão, organização, proteção e, às vezes, tributação; não blinda dívidas, não substitui acordo de sócios e não economiza imposto por existir.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Anatomia de um acordo de sócios
O instrumento em que os sócios combinam regras que o contrato social costuma deixar em aberto — saída, entrada, voto e forma de pagamento em uma dissolução parcial.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Acordo de sócios: o que precisa estar decidido antes da minuta
Seis capítulos — poder, dinheiro, portas, eventos críticos, disputas e vida útil — que precisam estar respondidos antes de qualquer minuta começar a ser escrita.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Capital social: o que ele representa e por que não é o valor da empresa
O capital social não mede o tamanho do negócio. Registra o compromisso dos sócios, define a régua do poder e delimita a responsabilidade.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Livros sociais e atas: a memória formal da sociedade
Para o mundo, o que não está documentado não aconteceu. A memória formal da sociedade tem três camadas — e três decisões que organizam cada uma delas.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Partes relacionadas: quando negócios dentro do grupo exigem governança
Negócios entre partes relacionadas não são proibidos, mas exigem governança. Quatro salvaguardas resolvem a quase totalidade dos casos: mapa, critério de mercado, aprovação desinteressada e registro.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Usufruto de quotas e ações: renda, voto e sucessão
O usufruto de quotas e ações separa propriedade, renda e voto. As cinco perguntas que evitam o impasse entre fundador e sucessores.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Governança em empresas familiares: propriedade, gestão, família e liquidez
Família, propriedade, gestão e liquidez — as quatro dimensões que precisam de fóruns separados para a empresa familiar não fracassar por excesso de assuntos na mesma mesa.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Declarações e garantias: por que o comprador pede tantas afirmações
As declarações e garantias são engenharia de risco: cada afirmação mapeia um risco, e três qualificadores — conhecimento, materialidade e tempo — definem quem responde, por quanto e até quando.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Compra e venda de participação societária: preço, garantias e fechamento
Vender participação é um percurso de cinco estações: preço e mecânica, condições precedentes, declarações e garantias, indenização e fechamento. Quem chega sabendo o que quer em cada uma negocia; quem chega sabendo só o preço deseja.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Aumento de capital e diluição: o que muda para os sócios antigos
Quatro coisas mudam quando a sociedade emite quotas novas: percentual, poder de voto, peso econômico e posição relativa. Entender a diferença entre diluir e diluir sem consentimento informado.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Entrada de investidor: cessão de quotas ou aumento de capital?
Três perguntas separam a cessão do aumento de capital — e definem se a empresa capitaliza, se um sócio se realiza e quem, na mesa, aceita diluir.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Governança em empresas com mais de um sócio.
Governança, aqui, é o conjunto de rotinas, instâncias e registros que permitem à sociedade decidir com clareza mesmo quando os sócios discordam.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos
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Apuração de haveres: o que está em jogo.
A apuração de haveres não é um problema de calculadora. É um problema de método, de premissa e de rito. Este artigo separa as três camadas.
Por Thiago Pierre Linhares Mattos